quinta-feira, 2 de junho de 2011



Um erro médicou custou a vida de um taxista em São Paulo. O homem foi baleado durante um assalto, mas um raio x não detectou a bala que havia atingido vários órgãos e estava alojada no corpo dele.Visite o UOL Notícias

Erro médico resultou na morte de um taxista baleado em SP

Uma paciente do Hospital Santa Marcelina, em São Paulo, teve o braço direito amputado após realizar uma endoscopia, exame em que uma câmera é introduzida pela boca para estudar o interior de órgãos como esôfago, estômago e intestino.
Atendida inicialmente no Santa Marcelina de Cidade Tiradentes, a estudante de pedagogia Rosely Viviani, 48 anos, foi encaminhada no dia 15 de abril de 2009 para a unidade de Itaquera, também na zona leste paulistana, para fazer inúmeras análises como forma de verificar a extensão de um câncer diagnosticado no útero e ovários. O objetivo era saber se a doença havia contaminado outras partes do corpo.
A endoscopia foi marcada para o dia 17 de abril, às 11h30. Como é praxe, a paciente precisou receber uma medicação para aliviar a dor e o desconforto da intervenção. “Me deram uma injeção de Diazepan. Na mesma hora, minha mão ficou branca. Depois, comecei a sentir muito formigamento e uma mancha vermelha apareceu”, disse ela, que mora em Cerquilho, interior de São Paulo.
O exame no estômago foi feito – e não apontou nenhuma anomalia. A dor no braço, no entanto, não passava. “Fiquei chorando, pedindo ajuda. Tentei avisar que alguma coisa estava errada, mas ninguém me deu ouvidos”.
Depois de muita reclamação com enfermeiros, finalmente um médico foi até o seu leito, mas somente no dia seguinte ao problema. Por volta das 5h, ele enfaixou o braço da estudante. Como a dor persistiu, no final da tarde do mesmo dia 28 de abril foi feito um cateterismo no braço de Viviani, intervenção que tenta desobstruir vasos sanguíneos.
Dois dias depois, o membro da mulher começou a escurecer. “Minha mão ficou preta como carvão”, lembra. O drama e a indefinição sobre o que tinha acontecido se prolongaram até o dia 7 de maio. Foi nessa data que o braço foi finalmente amputado, pouco abaixo do cotovelo. “Me disseram que era melhor cortar o braço do que morrer.”
Em um dos prontuários médicos que guardou, ela conta que está escrito que a hipótese ventilada pela equipe era de que, ao tentar aplicar o Diazepan em uma veia (que leva o sangue para o coração), a enfermeira teria injetado o líquido em uma artéria (que leva o sangue para a ponta dos dedos, vindo do coração). “Tenho certeza que foi isso. Foi erro médico.”
Procurado pela reportagem, o hospital não quis fornecer informações sobre o procedimento ou sobre o caso da paciente, e alegou que a investigação interna corre sob sigilo. 
Justiça
Sem ter recursos para contratar um advogado, Viviani procurou ajuda na Defensoria Pública. Além de abrir um processo contra o Santa Marcelina, a estudante foi orientada a fazer denúncias ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Atualmente, uma sindicância está em curso no Cremesp para apurar o eventual erro médico. Segundo o Santa Marcelina, um processo também tramita na Comissão de Ética da instituição.
A paciente busca receber uma indenização e uma pensão vitalícia, além de uma prótese. Viviani, que era destra, atualmente tenta aprender a escrever com o braço esquerdo. “A letra está cada vez melhor. Não posso desistir. Tenho um filho pequeno de 11 anos e não posso baixar a cabeça.”

Internada para fazer endoscopia, paciente tem braço amputado em hospital de SP

sábado, 28 de maio de 2011

“Se você nunca comeu um rabo, não sabe o que está perdendo.” (Ana Maria Braga)

Duplo sentido

quarta-feira, 25 de maio de 2011

















Moda verão 2011 - se essa moda pega heim

Quando deus criou a mulher ele disse: “Você vai ter dois dispositivos a mais para conseguir tudo o que quiser”. Foi quando ele fez os peitos e as lágrimas.

Porque as mulheres choram

Kdê o trem numa hora dessas?
Estou meio sem tempo (leia sem criatividade) então fique com essa foto dessas belas mulheres.
Que maquinista filhadap...que não passa nunca.

Cadê o trem????

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diante da realidade aumentada* imposta pela pós-modernidade, enfrentamos um cenário em que há de um lado mulheres anabolizadas midiatica e fisicamente e de outro, homens normais intimidados(conformados) perante a sua própria impotência.

Alguém já parou para pensar porque há tantas lindíssimas super heroínas solteiras na TV?
Super Heroína - encalhada da TV

Elas são ricas, independentes, lindas, perfeitas, ricas e mesmo assim... encalhadas.


O que há de errado numa Paris Hilton, Mariana Ximenes, Xuxa, Giovanna Antonelli, Adriane Galisteu, Eliana, Luana Piovani, Britney Spears, Marília Gabriela, Gisele Itié, Carol Castro, Sônia Braga, Priscila Pires e muitas outras... inclusive Amy Winehouse?

Resposta: nada, a não ser a nossa(homens) indiferença afetiva.




Várias delas até engatam romances fugazes, para logo depois voltarem ao estado civil preferencial das super heroínas: encalhadas.
Super Heroína - perto dos olhos, mas distante do coração
Tal tipo de mulher só está afim de super homens, ou os homens de carne e osso não aguentam o repuxo de tamanha voltagem nas suas vidas? Como homem posso intuir que pouquíssimos machos procriadores tem condições psicológicas de suportar a convivência ao lado de um símbolo sexual desejado por todo o país.

Com a palavra, as super heroínas campeãs do encalhamento nacional: Xuxa, Luana Piovani, Adriana Galisteu e Eliana – acredite, longe de algozes, elas são vítimas de um insidioso processo de exclusão do assédio masculino.
Super Heroína  - as três fúrias solteiras
Há algo errado conosco por sermos caseiros, pouco ambiciosos e cultivadores de barriga de barril de chopinho, ou são as super heroínas que saem do nosso envelope, no momento em que optam pela hipertrofia siliconada e a adulação das multidões?
Super Heroína excluída do assédio masculino


Só sei que há um grande hiato entre a pequenez do universo masculino e o pedestal das estrelas femininas encalhadas. Minha teoria é que semelhantemente ao que acontece no jogo, implacavelmente a sorte na carreira não implica necessariamente em sorte no amor.

Um dos métodos mais empregados para resolver o encalhamento crônico das divas da TV se chama clientelismo amoroso.

Algumas celebridades pós-balzaquianas (Ana Maria Braga, Suzana Vieira, Luma de Oliveira) se tornaram faladas por recorrerem a este expediente; coroas à cata de companheiros, recorrem à bombadões manteúdos.




Logicamente, este tipo de relacionamento afetivo remunerado foge ao escopo da nossa pequena digressão filosófica.
Super Heroína  - hipertrofia siliconada
Quando constatamos que o time das mulheres deslumbrantes só consegue homem pagando, resta-nos especular se estamos adentrando num novo matriarcado sob o controle das novas Amazonas**, que dominam graças ao poder do dinheiro e dos seus corpos guerreiros, entumescidos pela rudeza da puxação de ferro das academias, coadjuvados por anabolizantes e enrijecidos por próteses de silicone.
Super Heroína - poder de compra da nova Amazona

Post-Scriptum1: as anônimas também sofrem problemas análogos àqueles enfrentados pelas celebridades. Tratam-se de mulheres absolutamente deslumbrantes que se queixam da nossa indiferença, talvez por levarmos tão a sério o adágio popular “é muita areia para o meu caminhãozinho”. Talvez, por “nos colocarmos no nosso devido lugar”, não nos arriscamos a lances extraordinários, tais como tentar assediar uma Deusa. E como reza outro ditado popular "quem não arrisca, não petisca".
Super Heroína -  poucos corajosos cortejam uma Deusa

Post-Scriptum2: qualquer consulente que tenha encontrado a fórmula mágica do desencalhamento de estrelas, por favor, encaminhe-a urgentemente a este Blog para que possamos dar a devida publicidade.

Post-Scriptum3: camaradas de comportamento bizarro, que não tem nada a perder, costumam cometer o gesto tresloucado de dar em cima da super heroína que está dando sopa sozinha no balcão do bar... e, eventualmente se dão muito bem. Moral da história: como pegam a Deusa, os loucos herdam o reino dos céus. Será? Há controvérsias entre aqueles que se queixam da frigidez das estrelas...


O Blog que te responde

Super mulheres

domingo, 15 de maio de 2011

Quem nunca teve curiosidade de saber como as atrizes pornôs eram quando mais novas? Seriam mais bonitas? O blog pppmmm的成人片世界 fez isso para sanar nossa curiosidade.
Normalmente as atrizes se erotizam para cumprir seu papel, quando as vemos em outros tempos, outras idades o erotismo, ao que parece, não é o mesmo.
 Eis aí a Belladonna, será que ela sabia o que a esperava pela frente? (e também por trás)

 Daria para imaginar que a jovem é Jesse Jane?

 A gorota tomando refrigerante é Lexi Belle.

 E a jovem é Taylor Rain, os cabelos continuam praticamente os mesmo.

Veja mais Atrizes em AFRODITE

Atrizes pornôs quando jovens. Como elas eram?


Veja mais foto dela em AFRODITE

Tia Ling

Êxtase, sensação de flutuar, perda de consciência... Esse tipo de orgasmo só existe nos filmes. O prazer sexual é algo que devemos buscar. Para isso, listei as maiores dúvidas sobre sexualidade.
1. "Nunca tive um orgasmo"
Nosso prazer depende de nós mesmas, é algo que devemos buscar e é resultado do autoconhecimento e aprendizagem. Por isso, a masturbação pode ser uma boa forma de conhecer o corpo. 
As possibilidades do corpo feminino são imensas. Não fique muito preocupada em chegar ao orgasmo, pois quanto mais relaxada estiver, mas fácil será obtê-lo. Também não faça do orgasmo o objetivo da relação sexual: aproveite cada momento.
2. Orgasmo vaginal e clitoriano
Todo o corpo da mulher é erógeno, ou seja, respondemos a carícias e podemos sentir prazer em qualquer parte do corpo. De fato, uma mulher pode ter um orgasmo por simples estimulação mental.
Muitas mulheres afirmam que só conseguem chegar ao orgasmo pela estimulação do clitóris ou da vagina. Mas isto não é uma regra. A maneira de sentir prazer varia de mulher para mulher e devemos explorar todas as áreas do corpo.
3. Como reconhecer um orgasmo
Cada mulher pode descrevê-lo de uma maneira diferente e são muitas as que não sabem que tiveram um ou não. Em geral, trata-se de uma sensação forte que se segue a um momento de grande excitação e que vem acompanhada de pequenas contrações na parede da vagina. 
Depois disso, vem um momento de calma e uma breve sensação de saciedade. A mulher pode continuar aproveitando o sexo imediatamente e inclusive ter mais orgasmo ao longo da mesma relação sexual.
4. Fantasias sexuais
Todo mundo tem suas fantasias e sonhos eróticos, que não necessariamente quer pôr em prática, mas que ajudam a excitar e alimentar o desejo sexual.
Contar ou não ao parceiro é uma escolha pessoal. O importante é não se sentir culpada pelas fantasias. Mas se resolver contar, pode ser oportunidade para enriquecer o sexo e até reproduzir algumas delas...
5. Amo, mas não desejo
Uma mulher pode amar um homem e não sentir desejo sexual por ele e, ao mesmo tempo, pode se sentir atraída por um desconhecido. Erotismo e amor pertencem a esferas distintas.
Em muitos casos, o desejo pode ter desaparecido porque o parceiro já não a satifaz ou porque a relação caiu na rotina. Se for esta a situação, o melhor a fazer é conversar com ele.
6. Menstruação e gravidez
Manter ou não relações sexuais durante a menstruação depende de cada mulher (e do parceiro). Algumas se sentem incomodadas ou envergonhadas, enquanto outras têm até mais desejo durante este período. 
Durante a gravidez, tudo depende de a mulher sentir desejo sexual, não ter problemas com a nova imagem do corpo ou não ter problemas físicos.
7. Sexo oral
Receber sexo oral é uma das maiores fontes de prazer da mulher. É preciso cuidado com a higiene, mas lembre que o homem se excita com o cheiro feminino.
8. Sexo anal
Em primeiro lugar, não faça se não quiser, apenas para agradar ao parceiro. Se quiser tentar, comece gradualmente, com pequenas carícias e use lubrificantes para facilitar a penetração.
9. Excesso de lubrificação
Algumas mulheres lubrificam muito durante a relação e, principalmente, durante o orgasmo. É perfeitamente normal e o líqüido é inócuo. Se sentir vergonha, converse com seu parceiro.
10. Sou uma boa amante?
Para saber se seu parceiro está sexualmente satisfeito, utilize a famosa intuição feminina. Veja como ele se sente, o que diz e faz. Seja receptiva e curiosa: incremente as brincadeiras com alimentos ou objetos, tente novas posições... E lembre que quanto mais você gostar, mais ele vai gostar. 

Fonte: Terra Espanha

Os Dez Mandamentos do Prazer Feminino - By Monika Baumann

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Sara Jay


...feia de cara e boa de bunda.
Você encara? Duvido q vc já não tenha pego uma Raimunda...todo mundo já pegou

                                    
Vi no: Acidez Mental vai lá vai


Conheça AFRODITE

RAIMUNDA...