sexta-feira, 1 de julho de 2011
O simpático androide executa tarefas bastante complexas através de comandos de voz.
É...meus caros companheiros, se não não ficarem ligeiros serão substituídos por robôs. (Eu acho que a Luquinha deveria ser substituída por um macaco , mas tudo bem)
No vídeo, produzido a partir de uma versão anterior do produto, em 2010, é possível conferir algumas das diversas habilidades do robô, como anotar recados, entrar em contato com médicos, mover-se pela casa e até reproduzir músicas. Uma tela localizada nos "braços" do KOMPAI reproduz textos, imagens e vídeos.Um oferecimento de:
Auxiliar de Enfermagem Robô
A cozinha molecular, com pretensões
científicas, é a nova moda entre os chefs
científicas, é a nova moda entre os chefs
Os grandes chefs de cozinha, aqueles que comandam restaurantes com filas de espera de meses e menus a 300 dólares por cabeça, de tempos em tempos inventam novos conceitos ou tendências culinárias. Com isso, garantem a própria fama, atraem clientes e fazem girar a ciranda de luxo, vaidades e badalação da gastronomia internacional. O último desses modismos foi a chamada onda espanhola. Por meio dela, promoveu-se a culinária da Espanha ao posto de melhor do mundo e consagrou-se o nome do chef catalão Ferran Adrià. Agora, a tendência em alta atende pelo nome um tanto enigmático de cozinha molecular. Em sua base, estão os conhecimentos científicos. Na cozinha molecular, para combinar os ingredientes e preparar as receitas, utilizam-se máquinas normalmente empregadas em laboratórios de pesquisa ou pela indústria de alimentos. A idéia é usar as leis básicas da física e da química para empreender novas aventuras no mundo dos aromas, sabores e texturas. E que aventuras. Uma das receitas combina café e alho. Um restaurante oferece o menu impresso em papel comestível sabor sushi. Que tal uma sobremesa de sorvete de bacon e ovo ou mingau de escargots para o brunch de domingo?
Combinações como essas podem parecer esdrúxulas, mas fazem as delícias dos clientes de restaurantes como o The Fat Duck, em Londres, reduto do chef Heston Blumenthal, o maior expoente da cozinha molecular. No prazo recorde de seis anos, o Fat Duck conseguiu a cotação máxima de três estrelas no Guia Michelin, a bíblia da gastronomia européia, capaz de construir ou arruinar reputações. Um dos pratos servidos por Blumenthal é composto de hóstias de chocolate branco com caviar. Para chegar a essa combinação, ele usou um espectrômetro de massa, aparelho que analisa a composição molecular das substâncias. Descobriu que as moléculas responsáveis pelo aroma e pelo sabor do chocolate branco e do caviar guardam muitas semelhanças e concluiu que a combinação entre ambos seria harmoniosa. A iguaria faz parte dos dezesseis itens do menu degustação de seu restaurante, onde cada comensal paga o equivalente em libras a 350 reais – fora o vinho. A casa oferece ainda um bombom de chocolate feito com açúcar carbonado que provoca pequenos estalos no céu da boca quando saboreado.
Fonte: Veja on line
O laboratório dos sabores
domingo, 26 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Autoria do texto (só do texto): Denis
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzam com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o Povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz idéia de maior quantidade do que "Pra Caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática, física. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho,
eu gosto dela pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas no caso expressando a mais absoluta negação está o famoso e crescentemente utilizado "Nem fodendo!". Que nem o "Não, não e não!”.
E nem tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, liquida o assunto. Te libera,com a consciência e o ego tranquilos, para outras atividades de maior interesse em sua vida.
Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo -"Huguinho, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o novo CD do Lupicínio.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.
Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”“. O"porra nenhuma", como vocês vêem, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se tivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.
São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone"- presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta-que- pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...Diante de uma notícia irritante qualquer um puta-que-o- pariu! Dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e grita: "Chega! Quer saber mesmo de uma coisa? Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto,você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
Seria tremendamente injusto, em que pesem ainda inexplicáveis e preconceituosas resistências à sua palavra-raiz, não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do PV (Português Vulgar): "Embucetou!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Embucetou de vez!".
Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa.
Algo assim como o comentário de um vizinho para sua esposa ao sacar que no auge da violenta briga do casal da residência ao lado, chegam de súbito a amante, o filho espúrio e o cunhado bêbado com o resultado do exame de DNA: "Fecha a porta que embucetou de vez!".
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. Não quer sair comigo? Então foda-se!”“. “Vai querer decidir esse merda sozinho (a) mesmo? Então foda-se!".
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na constituição brasileira.
Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.
Direito ao foda-se
Há termos que determinam o tipo do sexo oral. Quando o contato ocorre entre os lábios e o pênis chama-se felação, ao passo que o estímulo com a boca na vagina é o cunilingus. Não se pode esquecer que o anulingus significa o oral feito no ânus
Sexo Oral - Como fazer
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Muito legal este video que usa minhocas para formar desenhos. E tem gente que acha as minhocas criaturas nojentas. Se você é uma dessas pessoas, saiba que a minhoca é de longe uma das espécies mais influentes do planeta Terra. A minhoca é considerada por especialistas como a criatura que mais afetou o mundo desde que surgiu. Nem o Homem com seu poder de remover montanhas, separar canais, abrir estradas e explodir coisas afetou tanto o planeta quanto as minhocas. Não acredita?
NEM EU!
Arte com minhocas
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Um erro médicou custou a vida de um taxista em São Paulo. O homem foi baleado durante um assalto, mas um raio x não detectou a bala que havia atingido vários órgãos e estava alojada no corpo dele.Visite o UOL Notícias
Erro médico resultou na morte de um taxista baleado em SP
Uma paciente do Hospital Santa Marcelina, em São Paulo, teve o braço direito amputado após realizar uma endoscopia, exame em que uma câmera é introduzida pela boca para estudar o interior de órgãos como esôfago, estômago e intestino.
Atendida inicialmente no Santa Marcelina de Cidade Tiradentes, a estudante de pedagogia Rosely Viviani, 48 anos, foi encaminhada no dia 15 de abril de 2009 para a unidade de Itaquera, também na zona leste paulistana, para fazer inúmeras análises como forma de verificar a extensão de um câncer diagnosticado no útero e ovários. O objetivo era saber se a doença havia contaminado outras partes do corpo.
A endoscopia foi marcada para o dia 17 de abril, às 11h30. Como é praxe, a paciente precisou receber uma medicação para aliviar a dor e o desconforto da intervenção. “Me deram uma injeção de Diazepan. Na mesma hora, minha mão ficou branca. Depois, comecei a sentir muito formigamento e uma mancha vermelha apareceu”, disse ela, que mora em Cerquilho, interior de São Paulo.
O exame no estômago foi feito – e não apontou nenhuma anomalia. A dor no braço, no entanto, não passava. “Fiquei chorando, pedindo ajuda. Tentei avisar que alguma coisa estava errada, mas ninguém me deu ouvidos”.
Depois de muita reclamação com enfermeiros, finalmente um médico foi até o seu leito, mas somente no dia seguinte ao problema. Por volta das 5h, ele enfaixou o braço da estudante. Como a dor persistiu, no final da tarde do mesmo dia 28 de abril foi feito um cateterismo no braço de Viviani, intervenção que tenta desobstruir vasos sanguíneos.
Dois dias depois, o membro da mulher começou a escurecer. “Minha mão ficou preta como carvão”, lembra. O drama e a indefinição sobre o que tinha acontecido se prolongaram até o dia 7 de maio. Foi nessa data que o braço foi finalmente amputado, pouco abaixo do cotovelo. “Me disseram que era melhor cortar o braço do que morrer.”
Em um dos prontuários médicos que guardou, ela conta que está escrito que a hipótese ventilada pela equipe era de que, ao tentar aplicar o Diazepan em uma veia (que leva o sangue para o coração), a enfermeira teria injetado o líquido em uma artéria (que leva o sangue para a ponta dos dedos, vindo do coração). “Tenho certeza que foi isso. Foi erro médico.”
Procurado pela reportagem, o hospital não quis fornecer informações sobre o procedimento ou sobre o caso da paciente, e alegou que a investigação interna corre sob sigilo.
Justiça
Sem ter recursos para contratar um advogado, Viviani procurou ajuda na Defensoria Pública. Além de abrir um processo contra o Santa Marcelina, a estudante foi orientada a fazer denúncias ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Atualmente, uma sindicância está em curso no Cremesp para apurar o eventual erro médico. Segundo o Santa Marcelina, um processo também tramita na Comissão de Ética da instituição.
A paciente busca receber uma indenização e uma pensão vitalícia, além de uma prótese. Viviani, que era destra, atualmente tenta aprender a escrever com o braço esquerdo. “A letra está cada vez melhor. Não posso desistir. Tenho um filho pequeno de 11 anos e não posso baixar a cabeça.”
Internada para fazer endoscopia, paciente tem braço amputado em hospital de SP
sábado, 28 de maio de 2011
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